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Escola Dominical - Domingo às 9h

Culto da Noite - Domingo às 18h

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Discipulado - Quinta às 20h (Híbrido)

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Edição BP 858 - MAIO 2026

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Culto da Noite - 26/04/2026

Culto da Noite - 19/04/2026

Culto da Noite - 12/04/2026

CONHEÇA A NOSSA

IGREJA PRESBITERIANA BETEL

1958 – Nos meses finais de 1974, um grupo de cristãos, do bairro de Casa Verde, obedecendo à ordem de Cristo, anunciou Seu evangelho no bairro de Vila Dionísia. Os primeiros encontros foram feitos nas casas de pessoas simples, como Helena Mendes Areias, Artur Ferreira e Leonor Evangelista de Souza. Logo esses encontros receberam apoio de uma Igreja organizada, do bairro de Vila Carolina, que assumiu a responsabilidade pela manutenção dos encontros. Com o tempo, o grupo foi adotado por outra igreja presbiteriana, a Jardim das Oliveiras, que procurava um local para começar um ajuntamento cristão. A igreja encontrou o grupo e passou a assisti-lo. Um missionário norte-americano, Richard Smith, e sua esposa, Beatriz, foram enviados a ajudar. A igreja Jardim das Oliveiras adquiriu um terreno e construiu um local de reunião.

PASTORAL

SÉRIE: UMA VIDA AUTÊNTICA:
FRUTIFICANDO O FRUTO DO ESPÍRITO – ALEGRIA

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,” (Gálatas 5.22)

Quando pensamos em alegria, nossa mente costuma correr para momentos leves da vida: conquistas, descanso, encontros, boas notícias. Não há nada de errado nisso. O problema começa quando passamos a depender dessas circunstâncias para sustentar o coração. É aí que percebemos o quanto essa “alegria” é instável.

Vivemos em uma cultura que transformou a felicidade em um projeto pessoal: controlar variáveis, evitar dor, acumular experiências e, assim, manter um estado constante de satisfação. Mas a vida real resiste a esse controle. Há perdas, frustrações, diagnósticos inesperados, rupturas. E, quando essas coisas chegam, a alegria baseada nas circunstâncias se desfaz com rapidez. É nesse ponto que a Bíblia apresenta algo profundamente diferente.

A alegria descrita como fruto do Espírito não é a negação da dor nem a ausência de problemas. Ela é uma disposição interior de contentamento que não depende do cenário externo. Não é superficial, nem artificial. É uma alegria que convive com lágrimas, mas não é destruída por elas. Se quisermos usar uma imagem simples: a felicidade comum reage ao clima; a alegria do Espírito sustenta o clima interior. Uma oscila com os acontecimentos; a outra permanece ancorada em algo mais profundo. …

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