Na primeira parte desta pastoral, recordamos os primeiros passos do presbiterianismo no Brasil. Vimos a chegada de Ashbel Green Simonton, em 1859, a organização da primeira igreja, a criação da Imprensa Evangélica, a ordenação de José Manoel da Conceição e o início da formação teológica presbiteriana em nosso país. Esses acontecimentos nos mostraram que Deus costuma realizar grandes obras por meio de começos aparentemente pequenos. Simonton não viveu para contemplar a extensão dos frutos de seu ministério. Entretanto, serviu fielmente no tempo e no lugar que o Senhor lhe concedeu. Hoje somos beneficiários dessa história. Recebemos uma Igreja com presença nacional, milhares igrejas e congregações, seminários, institutos, escolas, agências missionárias e uma herança bíblica e confessional preciosa.
Nossa palavra foi gratidão. Agora precisamos acrescentar outra palavra: responsabilidade. Toda herança pode ser preservada, negligenciada ou desperdiçada. Por isso, a pergunta desta segunda parte é: “O que faremos com aquilo que recebemos?”. Celebrar os 167 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil exige que olhemos para o passado com gratidão, para o presente com discernimento e para o futuro com esperança. Quais são, portanto, os principais desafios colocados diante dos presbiterianos desta geração? …